|
A Kodak acaba de lançar o número 1 da revista Kodachrome, uma nova publicação de edição limitada, voltada para pessoas que amam "arte, cinema e cultura analógica ".
"Concebido pela Kodak, mas muito mais do que a Kodak - seja escrita, escultura, música, gráficos ou todo tipo de delícias", é o que afirma a Kodak. "Cada coisa, trazemos histórias, conversas de todo o mundo que mostram nosso fascínio compartilhado com a criação, o artesanato e a inspiração". A edição #01 está sendo publicada em uma "edição limitada" e contém 76 páginas de textos, ilustrações e fotografias. Kodak fala sério quando diz que a revista vai muito além do mundo da fotografia analógica e do cinema - aqui está uma lista das histórias você encontrará na primeira edição:
|
SOBRETAVARES, Lucas.
Lucas Tavares é jornalista, arquivísta e fotógrafo. Doutorando em Comunicação. Histórico
Fevereiro 2026
Categorias
Tudo
Lucas Tavares: memória visual, fotografia, Arquivologia e Comunicação. Lucas Tavares é fotojornalista e pesquisador com atuação na interface entre Comunicação, memória visual e Arquivologia. Com passagens pelo Jornal O Globo e pela Folhapress, reúne experiência profissional na produção de imagens jornalísticas e atuação acadêmica voltada às formas como as fotografias são produzidas, organizadas, preservadas e utilizadas na construção da memória social. É mestre pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), graduado em Geografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em Arquivologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e em Jornalismo pela Universidade Candido Mendes (UCAM). Possui também pós-graduação em Direitos Humanos e em Ciência da Religião. Sua formação interdisciplinar aproxima os estudos da comunicação, da documentação, do espaço e das práticas culturais, oferecendo diferentes perspectivas para a investigação dos registros visuais e de suas relações com a sociedade. Seu campo de investigação articula memória visual, estudos do fotojornalismo, arquivos fotográficos, arquivos pessoais e registros de memória. Nessa perspectiva, a fotografia é compreendida como linguagem, documento e fonte de pesquisa: uma imagem comunica acontecimentos, registra experiências e participa da construção de narrativas sobre pessoas, instituições e sociedades.
A relação entre fotografia, memória e Comunicação constitui um eixo central dessa abordagem. Ao considerar a produção, a circulação e a preservação das imagens, Lucas Tavares aproxima questões da prática fotojornalística dos debates sobre informação, documentação e patrimônio fotográfico. Esse diálogo permite investigar como decisões de seleção, edição, descrição e acesso interferem na compreensão das fotografias e nas possibilidades de sua utilização como fontes. No campo dos arquivos fotográficos, essa perspectiva destaca a importância de preservar os vínculos entre as imagens e seus contextos de produção. Autoria, data, local, legendas e relações com outros documentos são elementos fundamentais para compreender o significado de uma fotografia e possibilitar sua recuperação, interpretação e reutilização em pesquisas, publicações e projetos de memória. Os arquivos pessoais também integram esse horizonte de estudos. Fotografias e outros documentos acumulados ao longo de uma trajetória permitem investigar relações entre experiências individuais e processos coletivos. Sua organização e preservação contribuem para pesquisas sobre percursos profissionais, práticas culturais, redes de sociabilidade e modos de registrar e comunicar a vida social. Outro tema de interesse é a desinformação no jornalismo visual, especialmente os problemas associados à descontextualização das fotografias e às alterações de sentido provocadas por usos, legendas e formas de circulação. A aproximação entre Comunicação e Arquivologia oferece caminhos para discutir a procedência das imagens, a preservação das informações contextuais e a responsabilidade na utilização de documentos fotográficos. Ao relacionar experiência profissional e pesquisa acadêmica, Lucas Tavares contribui para o debate sobre o papel da fotografia na informação pública e na preservação da memória. Sua atuação como palestrante contempla o diálogo entre a prática do fotojornalismo e questões relacionadas aos registros visuais, aos acervos fotográficos e à pesquisa em Comunicação. Para pesquisadores, estudantes e profissionais interessados em memória visual, fotojornalismo, arquivos fotográficos e arquivos pessoais, essa articulação oferece uma perspectiva interdisciplinar sobre a fotografia: de sua produção como registro de um acontecimento à sua permanência como documento e fonte para novas interpretações. |
https://orcid.org/0000-0001-8094-9619
Feed RSS