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Para a maioria dos usuários de HD externo hoje, a melhor escolha não é o antigo FAT, mas sim o NTFS ou o exFAT, dependendo da sua necessidade de compatibilidade entre computadores.
O avanço da Inteligência Artificial Generativa (IAG), como o ChatGPT e outras ferramentas, trouxe novas possibilidades — mas também desafios éticos — para pesquisadores. Pensando nisso, o livro “Diretrizes para o uso ético e responsável da Inteligência Artificial Generativa: um guia prático para pesquisadores” (Sampaio, Sabbatini e Limongi, 2024) reúne recomendações importantes sobre como utilizar essas ferramentas de forma responsável na academia.
Artigo sobre Documento Fotográfico Digital é Publicado na Revista Brasileira de Preservação Digital12/7/2025 Foi publicado na Revista Brasileira de Preservação Digital (REBPred), periódico mantido pela UNICAMP e pelo IBICT, um artigo que aprofunda discussões sobre os desafios contemporâneos da preservação do documento fotográfico digital. A revista vem se consolidando como um dos principais espaços acadêmicos de debate sobre memória e preservação digital no Brasil
A preservação digital requer a existência de organizações confiáveis, capazes de armazenar, migrar e fornecer acesso a coleções digitais. O documento "Trustworthy Repositories Audit & Certification: Criteria and Checklist" (TRAC) estabelece critérios para auditoria e certificação de repositórios digitais confiáveis, garantindo a preservação a longo prazo. Desenvolvido pela Research Libraries Group (RLG) e pela National Archives and Records Administration (NARA), o TRAC baseia-se no modelo OAIS (Open Archival Information System, ISO 14721), fornecendo um conjunto de diretrizes aplicáveis a uma variedade de repositórios, desde arquivos institucionais até serviços terceirizados de preservação digital (TRAC, 2007, p. 1).
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AutorTAVARES, Lucas. Arquivos
Abril 2026
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Tudo
Lucas Tavares: memória visual, fotografia, Arquivologia e Comunicação. Lucas Tavares é fotojornalista e pesquisador com atuação na interface entre Comunicação, memória visual e Arquivologia. Com passagens pelo Jornal O Globo e pela Folhapress, reúne experiência profissional na produção de imagens jornalísticas e atuação acadêmica voltada às formas como as fotografias são produzidas, organizadas, preservadas e utilizadas na construção da memória social. É mestre pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), graduado em Geografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em Arquivologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e em Jornalismo pela Universidade Candido Mendes (UCAM). Possui também pós-graduação em Direitos Humanos e em Ciência da Religião. Sua formação interdisciplinar aproxima os estudos da comunicação, da documentação, do espaço e das práticas culturais, oferecendo diferentes perspectivas para a investigação dos registros visuais e de suas relações com a sociedade. Seu campo de investigação articula memória visual, estudos do fotojornalismo, arquivos fotográficos, arquivos pessoais e registros de memória. Nessa perspectiva, a fotografia é compreendida como linguagem, documento e fonte de pesquisa: uma imagem comunica acontecimentos, registra experiências e participa da construção de narrativas sobre pessoas, instituições e sociedades.
A relação entre fotografia, memória e Comunicação constitui um eixo central dessa abordagem. Ao considerar a produção, a circulação e a preservação das imagens, Lucas Tavares aproxima questões da prática fotojornalística dos debates sobre informação, documentação e patrimônio fotográfico. Esse diálogo permite investigar como decisões de seleção, edição, descrição e acesso interferem na compreensão das fotografias e nas possibilidades de sua utilização como fontes. No campo dos arquivos fotográficos, essa perspectiva destaca a importância de preservar os vínculos entre as imagens e seus contextos de produção. Autoria, data, local, legendas e relações com outros documentos são elementos fundamentais para compreender o significado de uma fotografia e possibilitar sua recuperação, interpretação e reutilização em pesquisas, publicações e projetos de memória. Os arquivos pessoais também integram esse horizonte de estudos. Fotografias e outros documentos acumulados ao longo de uma trajetória permitem investigar relações entre experiências individuais e processos coletivos. Sua organização e preservação contribuem para pesquisas sobre percursos profissionais, práticas culturais, redes de sociabilidade e modos de registrar e comunicar a vida social. Outro tema de interesse é a desinformação no jornalismo visual, especialmente os problemas associados à descontextualização das fotografias e às alterações de sentido provocadas por usos, legendas e formas de circulação. A aproximação entre Comunicação e Arquivologia oferece caminhos para discutir a procedência das imagens, a preservação das informações contextuais e a responsabilidade na utilização de documentos fotográficos. Ao relacionar experiência profissional e pesquisa acadêmica, Lucas Tavares contribui para o debate sobre o papel da fotografia na informação pública e na preservação da memória. Sua atuação como palestrante contempla o diálogo entre a prática do fotojornalismo e questões relacionadas aos registros visuais, aos acervos fotográficos e à pesquisa em Comunicação. Para pesquisadores, estudantes e profissionais interessados em memória visual, fotojornalismo, arquivos fotográficos e arquivos pessoais, essa articulação oferece uma perspectiva interdisciplinar sobre a fotografia: de sua produção como registro de um acontecimento à sua permanência como documento e fonte para novas interpretações. |
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