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<channel><title><![CDATA[Lucas Tavares - BLOG - ARQUIV&Iacute;STICA]]></title><link><![CDATA[https://www.lucasmt.com/arquivistica]]></link><description><![CDATA[BLOG - ARQUIV&Iacute;STICA]]></description><pubDate>Thu, 23 Jul 2026 10:58:34 -0300</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[FAT ou NTFS? Qual a melhor formatação para HD Externo?]]></title><link><![CDATA[https://www.lucasmt.com/arquivistica/fat-ou-ntfs-qual-a-melhor-formatacao-para-hd-externo]]></link><comments><![CDATA[https://www.lucasmt.com/arquivistica/fat-ou-ntfs-qual-a-melhor-formatacao-para-hd-externo#comments]]></comments><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:23:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Preserva&ccedil;&atilde;o Digital]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.lucasmt.com/arquivistica/fat-ou-ntfs-qual-a-melhor-formatacao-para-hd-externo</guid><description><![CDATA[       Para a maioria dos usu&aacute;rios de HD externo hoje, a melhor escolha n&atilde;o &eacute; o antigo FAT, mas sim o NTFS ou o exFAT, dependendo da sua necessidade de compatibilidade entre computadores.      Use NTFS se: Voc&ecirc; utiliza o HD apenas no Windows. Ele &eacute; mais seguro, gerencia melhor o espa&ccedil;o e n&atilde;o tem limite pr&aacute;tico para o tamanho dos arquivos.Use exFAT se: Voc&ecirc; precisa usar o HD em Windows, Mac e Linux ou consoles modernos. Ele resolve a li [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.lucasmt.com/uploads/2/1/5/6/21565308/image-a07a8818_orig.png" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">Para a maioria dos usu&aacute;rios de HD externo hoje, a melhor escolha n&atilde;o &eacute; o antigo FAT, mas sim o NTFS ou o exFAT, dependendo da sua necessidade de compatibilidade entre computadores.</div>  <div>  <!--BLOG_SUMMARY_END--></div>  <div class="paragraph"><ul><li>Use NTFS se: Voc&ecirc; utiliza o HD apenas no Windows. Ele &eacute; mais seguro, gerencia melhor o espa&ccedil;o e n&atilde;o tem limite pr&aacute;tico para o tamanho dos arquivos.</li><li>Use exFAT se: Voc&ecirc; precisa usar o HD em Windows, Mac e Linux ou consoles modernos. Ele resolve a limita&ccedil;&atilde;o de tamanho de arquivo do antigo FAT32.</li><li>Evite o FAT32: A menos que precise de compatibilidade com aparelhos muito antigos (como som de carro ou TVs velhas), pois ele limita cada arquivo a no m&aacute;ximo 4 GB.</li></ul></div>  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.lucasmt.com/uploads/2/1/5/6/21565308/published/hd-externo-usos.jpg?1776868023" alt="Fotografia" style="width:755;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><strong><font size="4">Pontos Importantes para HD Externo<br /></font></strong><ul><li>Seguran&ccedil;a de Dados: O NTFS possui um recurso chamado journaling (registro de altera&ccedil;&otilde;es), que ajuda a recuperar dados se o cabo for desconectado abruptamente. O exFAT e o FAT32 s&atilde;o mais vulner&aacute;veis a corrup&ccedil;&atilde;o nesse cen&aacute;rio.</li><li>Limite de Parti&ccedil;&atilde;o: No Windows, o sistema pode dificultar a cria&ccedil;&atilde;o de parti&ccedil;&otilde;es FAT32 maiores que 32 GB, o que o torna invi&aacute;vel para HDs externos modernos de 1 TB ou mais.</li><li>Performance: O NTFS tende a ser mais eficiente na organiza&ccedil;&atilde;o de arquivos, sofrendo menos com a fragmenta&ccedil;&atilde;o do que o FAT32</li></ul></div>  <h2 class="wsite-content-title">Qual a melhor formata&ccedil;&atilde;o para usar em Smart TV e Videogames?</h2>  <div class="paragraph"><strong><font size="5">1. Smart TVs (Filmes e Fotos)</font></strong><ul><li>A maioria das TVs modernas lida bem com formatos variados, mas as limita&ccedil;&otilde;es de hardware pesam:</li><li>A escolha segura: exFAT. &Eacute; o formato ideal para TVs atuais porque permite que voc&ecirc; coloque filmes em 4K ou alta defini&ccedil;&atilde;o (que facilmente passam de 4 GB) e &eacute; reconhecido pela maioria das marcas (Samsung, LG, Sony).</li><li>O problema do NTFS: Algumas TVs (especialmente modelos mais simples ou antigos) n&atilde;o conseguem ler o sistema da Microsoft (NTFS). Se a sua TV for Android TV, a chance de aceitar NTFS &eacute; maior, mas n&atilde;o &eacute; garantido.</li><li>O problema do FAT32: Se voc&ecirc; quer assistir a um filme em alta qualidade que pesa 5 GB, o FAT32 n&atilde;o vai deixar voc&ecirc; copiar o arquivo para o HD.</li></ul> <strong><font size="5">2. Videogames (PS4, PS5, Xbox)</font></strong><ul><li>Aqui depende do objetivo: usar como armazenamento estendido (para instalar jogos) ou apenas para m&iacute;dia.</li><li>Para instalar jogos: Voc&ecirc; n&atilde;o precisa se preocupar com o formato. Ao conectar o HD, o pr&oacute;prio console (PS4/PS5 ou Xbox) pedir&aacute; para formatar o disco em um sistema pr&oacute;prio e exclusivo dele. Aten&ccedil;&atilde;o: isso apaga tudo o que estiver no HD.</li><li>Para rodar filmes e m&uacute;sicas no console:</li><li>PlayStation (4 e 5): Use exFAT. O PlayStation tem &oacute;tima compatibilidade com ele. O FAT32 tamb&eacute;m funciona, mas tem o limite de 4 GB por arquivo. O NTFS n&atilde;o &eacute; reconhecido pelos consoles da Sony.</li><li>Xbox (One e Series): Aceita NTFS e exFAT. Como o sistema do Xbox &eacute; baseado no Windows, o NTFS funciona muito bem para arquivos de m&iacute;dia.</li></ul> <strong><font size="5">Para uso Mistos</font></strong><ul><li>Se voc&ecirc; quer um HD que "pule" entre o PC, a Smart TV e o videogame para ver filmes: Formate em exFAT. &Eacute; o equil&iacute;brio perfeito entre modernidade e compatibilidade.</li></ul></div>  <h2 class="wsite-content-title" style="text-align:left;">Qual a melhor forma&ccedil;&atilde;o para usar no sistema operacional Windows?</h2>  <div class="paragraph"><em><strong><font size="5">Para armazenar documentos e arquivos diretamente em um computador Windows, a escolha &eacute; definitiva: NTFS.<br /></font></strong></em>Diferente de um HD externo que precisa "conversar" com outros aparelhos, o disco interno do seu PC (onde o Windows est&aacute; instalado) j&aacute; vem formatado em NTFS por padr&atilde;o, e voc&ecirc; deve manter assim.<br /><br />Aqui est&atilde;o os motivos pelos quais o NTFS &eacute; essencial para seus documentos no Windows:<br /><br /><strong>1. Seguran&ccedil;a e Permiss&otilde;es</strong><ul><li>O NTFS permite definir quem pode ver ou editar cada pasta. Se voc&ecirc; divide o computador com outra pessoa, pode trancar seus documentos na sua conta de usu&aacute;rio. O FAT32 ou exFAT n&atilde;o oferecem essa prote&ccedil;&atilde;o; qualquer um que acesse o disco v&ecirc; tudo.</li></ul><strong>2. Recupera&ccedil;&atilde;o de Erros (Journaling)</strong><ul><li>O NTFS mant&eacute;m um "di&aacute;rio" de todas as altera&ccedil;&otilde;es de arquivos. Se a energia acabar ou o computador travar enquanto voc&ecirc; salva um documento importante, o sistema usa esse registro para evitar que o arquivo seja corrompido.</li></ul><strong>3. Compacta&ccedil;&atilde;o de Arquivos</strong><ul><li>Se voc&ecirc; tem muitos documentos de texto ou planilhas que ocupam espa&ccedil;o, o NTFS permite compactar arquivos e pastas nativamente para economizar espa&ccedil;o no disco, sem precisar transform&aacute;-los em um arquivo .zip.</li></ul><strong>4. Nomes de Arquivos e Organiza&ccedil;&atilde;o</strong><ul><li>Caminhos longos: O NTFS lida melhor com pastas dentro de pastas que t&ecirc;m nomes muito compridos.</li><li>Fragmenta&ccedil;&atilde;o: Ele &eacute; muito mais eficiente que o FAT32 para organizar os dados, o que evita que o computador fique lento conforme voc&ecirc; cria e deleta arquivos.</li></ul><strong>E se eu tiver dois discos (um SSD e um HD)?</strong><ul><li>Mantenha ambos em NTFS. Mesmo que voc&ecirc; use o segundo disco apenas para guardar fotos, v&iacute;deos e backups, o NTFS garantir&aacute; que o Windows consiga gerenciar esses dados com a m&aacute;xima velocidade e seguran&ccedil;a.</li></ul></div>  <h2 class="wsite-content-title">Qual a melhor formata&ccedil;&atilde;o para SSD e HDD?</h2>  <div class="paragraph"><strong>1. No SSD (Solid State Drive)</strong><ul><li>O SSD &eacute; focado em alt&iacute;ssima velocidade. O sistema de arquivos NTFS &eacute; o parceiro ideal aqui porque:</li><li>Trim Support: O NTFS trabalha em conjunto com o comando TRIM do Windows. Isso avisa ao SSD quais blocos de dados n&atilde;o est&atilde;o mais em uso, permitindo que o SSD se limpe e mantenha a velocidade m&aacute;xima ao longo do tempo.</li><li>Durabilidade: Embora o NTFS escreva mais logs (o que teoricamente "gasta" as c&eacute;lulas do SSD), o gerenciamento de erros &eacute; t&atilde;o superior que compensa o desgaste m&iacute;nimo, protegendo seus dados de falhas s&uacute;bitas.</li></ul><strong>2. No HD (Hard Disk Drive)</strong><ul><li>O HD &eacute; um dispositivo mec&acirc;nico lento. O NTFS ajuda a mitigar essa lentid&atilde;o:</li><li>Redu&ccedil;&atilde;o de Fragmenta&ccedil;&atilde;o: O NTFS organiza os arquivos de forma mais inteligente que o FAT32. Em um HD, onde uma "agulha" precisa se mover fisicamente para ler os dados, arquivos menos fragmentados significam que o HD faz menos esfor&ccedil;o e abre as pastas mais r&aacute;pido.</li><li>Melhor Aproveitamento de Espa&ccedil;o: Em HDs grandes (1TB ou mais), o NTFS usa "clusters" (blocos de espa&ccedil;o) menores. Isso significa que arquivos pequenos n&atilde;o desperdi&ccedil;am espa&ccedil;o sobrando no disco.</li></ul></div>  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.lucasmt.com/uploads/2/1/5/6/21565308/hd-externo-wind_orig.jpg" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><strong>O caso especial do "exFAT" em SSDs Externos:&nbsp;</strong>Se voc&ecirc; comprou um&nbsp;<span style="font-weight:700">SSD Externo</span>&nbsp;de alta performance (como os da Samsung ou SanDisk), o&nbsp;<span style="font-weight:700">exFAT</span>&nbsp;costuma ser a melhor escolha. Ele &eacute; um sistema "mais leve" (escreve menos metadados), o que pode aumentar um pouco a vida &uacute;til do SSD port&aacute;til e garante que ele funcione na sua TV, Mac e PC sem problemas.<br></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[O que pode e o que não pode no uso da Inteligência Artificial Generativa em pesquisas acadêmicas segundo a INTERCOM]]></title><link><![CDATA[https://www.lucasmt.com/arquivistica/o-que-pode-e-o-que-nao-pode-no-uso-da-inteligencia-artificial-generativa-em-pesquisas-academicas-segundo-a-intercom]]></link><comments><![CDATA[https://www.lucasmt.com/arquivistica/o-que-pode-e-o-que-nao-pode-no-uso-da-inteligencia-artificial-generativa-em-pesquisas-academicas-segundo-a-intercom#comments]]></comments><pubDate>Thu, 02 Oct 2025 22:24:19 GMT</pubDate><category><![CDATA[Intelig&ecirc;ncia Artificial]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.lucasmt.com/arquivistica/o-que-pode-e-o-que-nao-pode-no-uso-da-inteligencia-artificial-generativa-em-pesquisas-academicas-segundo-a-intercom</guid><description><![CDATA[       O avan&ccedil;o da Intelig&ecirc;ncia Artificial Generativa (IAG), como o ChatGPT e outras ferramentas, trouxe novas possibilidades &mdash; mas tamb&eacute;m desafios &eacute;ticos &mdash; para pesquisadores. Pensando nisso, o livro &ldquo;Diretrizes para o uso &eacute;tico e respons&aacute;vel da Intelig&ecirc;ncia Artificial Generativa: um guia pr&aacute;tico para pesquisadores&rdquo; (Sampaio, Sabbatini e Limongi, 2024) re&uacute;ne recomenda&ccedil;&otilde;es importantes sobre como ut [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.lucasmt.com/uploads/2/1/5/6/21565308/as-12-melhores-ferramentas-de-escrita-com-ia-para-potencializar-seu-infoproduto-5bblog-5d_orig.png" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">O avan&ccedil;o da Intelig&ecirc;ncia Artificial Generativa (IAG), como o ChatGPT e outras ferramentas, trouxe novas possibilidades &mdash; mas tamb&eacute;m desafios &eacute;ticos &mdash; para pesquisadores. Pensando nisso, o livro <strong>&ldquo;Diretrizes para o uso &eacute;tico e respons&aacute;vel da Intelig&ecirc;ncia Artificial Generativa: um guia pr&aacute;tico para pesquisadores&rdquo;</strong> (Sampaio, Sabbatini e Limongi, 2024) re&uacute;ne recomenda&ccedil;&otilde;es importantes sobre como utilizar essas ferramentas de forma respons&aacute;vel na academia.</div>  <div>  <!--BLOG_SUMMARY_END--></div>  <div class="paragraph">Publicado pela Intercom em 2024, o livro <strong>&ldquo;Diretrizes para o uso &eacute;tico e respons&aacute;vel da Intelig&ecirc;ncia Artificial Generativa: um guia pr&aacute;tico para pesquisadores&rdquo;</strong>, de Rafael C. Sampaio, Marcelo Sabbatini e Ricardo Limongi, re&uacute;ne recomenda&ccedil;&otilde;es operacionais e princ&iacute;pios normativos para a academia em meio &agrave; r&aacute;pida populariza&ccedil;&atilde;o de sistemas como ChatGPT, Claude, Copilot e Gemini. A obra nasce do diagn&oacute;stico de que a IAG j&aacute; permeia etapas-chave da vida universit&aacute;ria &mdash; da descoberta de literatura &agrave; reda&ccedil;&atilde;o e apresenta&ccedil;&atilde;o de resultados &mdash; e prop&otilde;e um caminho de uso <strong>transparente, respons&aacute;vel e centrado na ag&ecirc;ncia humana</strong>, em oposi&ccedil;&atilde;o tanto &agrave; proibi&ccedil;&atilde;o pura e simples quanto ao entusiasmo irrefletido.<br /><br />O documento fixa <strong>consensos m&iacute;nimos</strong>: a IA <strong>n&atilde;o &eacute; autora</strong> (responsabilidade e presta&ccedil;&atilde;o de contas s&atilde;o humanas), seu uso <strong>deve ser declarado</strong> nos manuscritos e relat&oacute;rios (com ferramenta, vers&atilde;o, data e finalidade) e jamais pode servir para <strong>fabricar dados, resultados ou refer&ecirc;ncias</strong>. Ao mesmo tempo, legitima <strong>usos positivos</strong>: brainstorming, organiza&ccedil;&atilde;o de ideias, apoio na busca e no resumo de literatura, revis&atilde;o de clareza textual, tradu&ccedil;&atilde;o, gera&ccedil;&atilde;o de tabelas e gr&aacute;ficos, aux&iacute;lio em programa&ccedil;&atilde;o e transcri&ccedil;&atilde;o &mdash; sempre com <strong>revis&atilde;o e decis&atilde;o final humanas</strong>. Entre os <strong>riscos</strong> destacados, est&atilde;o vieses herdados dos dados de treinamento, &ldquo;alucina&ccedil;&otilde;es&rdquo; (confabula&ccedil;&otilde;es) que produzem respostas plaus&iacute;veis por&eacute;m falsas, e o chamado <strong>&ldquo;colonialismo de dados&rdquo;</strong>, quando insumos acad&ecirc;micos alimentam modelos propriet&aacute;rios sem salvaguardas adequadas.<br />&#8203;<br />H&aacute;, ainda, &ecirc;nfase em <strong>conformidade legal e &eacute;tica</strong>: cautela redobrada com <strong>dados pessoais e sens&iacute;veis</strong> (LGPD), com resultados in&eacute;ditos e com materiais propriet&aacute;rios; leitura cr&iacute;tica dos <strong>termos de uso</strong> e das <strong>pol&iacute;ticas de privacidade</strong> das plataformas; e prefer&ecirc;ncia, quando poss&iacute;vel, por ambientes controlados ou modelos abertos para minimizar reten&ccedil;&atilde;o e reuso indevidos de dados. O texto tamb&eacute;m alerta para a <strong>depend&ecirc;ncia tecnol&oacute;gica</strong> e a perda de habilidades cr&iacute;ticas caso a IAG substitua &mdash; e n&atilde;o apenas assista &mdash; o trabalho intelectual do pesquisador. Em s&iacute;ntese, o guia prop&otilde;e um <strong>uso eticamente orientado</strong> da IAG, combinando benef&iacute;cios de efici&ecirc;ncia com salvaguardas de integridade acad&ecirc;mica, e pede que institui&ccedil;&otilde;es brasileiras transformem essas diretrizes em pol&iacute;ticas claras de governan&ccedil;a, forma&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o.<br /><br /></div>  <div class="paragraph">&#9989; O que pode<ul><li><strong>Explora&ccedil;&atilde;o de ideias:</strong> usar IA para brainstorming, rascunho de hip&oacute;teses e organiza&ccedil;&atilde;o inicial de projetos.<br /><span></span></li><li><strong>Busca e resumo de textos:</strong> aux&iacute;lio na localiza&ccedil;&atilde;o e s&iacute;ntese de materiais acad&ecirc;micos.<br /><span></span></li><li><strong>Escrita acad&ecirc;mica:</strong> apoio na clareza do texto, revis&atilde;o ou tradu&ccedil;&atilde;o, sempre com revis&atilde;o humana.<br /><span></span></li><li><strong>An&aacute;lise e resultados:</strong> gerar gr&aacute;ficos, tabelas, c&oacute;digos e transcri&ccedil;&otilde;es para apoiar pesquisas.<br /><span></span></li><li><strong>Ferramentas auxiliares:</strong> agentes de IA e detectores de conte&uacute;do gerado por IA podem ser usados como suporte.<br /><span></span></li></ul>&#128683; O que n&atilde;o pode<ul><li><strong>Autoria:</strong> a IA n&atilde;o pode ser listada como autora em artigos ou trabalhos.<br /><span></span></li><li><strong>Pl&aacute;gio e inven&ccedil;&atilde;o:</strong> n&atilde;o confiar cegamente em textos ou refer&ecirc;ncias geradas, pois podem estar incorretas ou inventadas.<br /><span></span></li><li><strong>Dados sens&iacute;veis:</strong> n&atilde;o inserir informa&ccedil;&otilde;es pessoais ou dados in&eacute;ditos em sistemas de IA sem consentimento.<br /><span></span></li><li><strong>Depend&ecirc;ncia excessiva:</strong> a IA n&atilde;o substitui o pensamento cr&iacute;tico e a an&aacute;lise humana.<br /><span></span></li><li><strong>Oculta&ccedil;&atilde;o do uso:</strong> o uso de IA deve ser declarado, informando quando, como e com qual ferramenta foi feita a contribui&ccedil;&atilde;o.<br /><span></span></li></ul></div>  <div><div style="height: 20px; overflow: hidden; width: 100%;"></div> <hr class="styled-hr" style="width:100%;"></hr> <div style="height: 20px; overflow: hidden; width: 100%;"></div></div>  <h2 class="wsite-content-title">Download do Livro</h2>  <div><div style="margin: 10px 0 0 -10px"> <a title="Descarregar ficheiro: Diretrizes para o uso &eacute;tico e respons&aacute;vel da Intelig&ecirc;ncia Artificial Generativa (INTERCOM)" href="https://www.lucasmt.com/uploads/2/1/5/6/21565308/livro-diretrizes-ia_-_diretrizes_para_o_uso_&eacute;tico_e_respons&aacute;vel_da_intelig&ecirc;ncia_artificial_generativa.pdf"><img src="//www.weebly.com/weebly/images/file_icons/pdf.png" width="36" height="36" style="float: left; position: relative; left: 0px; top: 0px; margin: 0 15px 15px 0; border: 0;" /></a><div style="float: left; text-align: left; position: relative;"><table style="font-size: 12px; font-family: tahoma; line-height: .9;"><tr><td colspan="2"><b> Diretrizes para o uso &eacute;tico e respons&aacute;vel da Intelig&ecirc;ncia Artificial Generativa (INTERCOM)</b></td></tr><tr style="display: none;"><td>File Size:  </td><td>1101 kb</td></tr><tr style="display: none;"><td>File Type:  </td><td> pdf</td></tr></table><a title="Descarregar ficheiro: Diretrizes para o uso &eacute;tico e respons&aacute;vel da Intelig&ecirc;ncia Artificial Generativa (INTERCOM)" href="https://www.lucasmt.com/uploads/2/1/5/6/21565308/livro-diretrizes-ia_-_diretrizes_para_o_uso_&eacute;tico_e_respons&aacute;vel_da_intelig&ecirc;ncia_artificial_generativa.pdf" style="font-weight: bold;">Descarregar ficheiro</a></div> </div>  <hr style="clear: both; width: 100%; visibility: hidden"></hr></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Artigo sobre Documento Fotográfico Digital é Publicado na Revista Brasileira de Preservação Digital]]></title><link><![CDATA[https://www.lucasmt.com/arquivistica/artigo-sobre-documento-fotografico-digital-e-publicado-na-revista-brasileira-de-preservacao-digital]]></link><comments><![CDATA[https://www.lucasmt.com/arquivistica/artigo-sobre-documento-fotografico-digital-e-publicado-na-revista-brasileira-de-preservacao-digital#comments]]></comments><pubDate>Sat, 12 Jul 2025 07:24:40 GMT</pubDate><category><![CDATA[Preserva&ccedil;&atilde;o Digital]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.lucasmt.com/arquivistica/artigo-sobre-documento-fotografico-digital-e-publicado-na-revista-brasileira-de-preservacao-digital</guid><description><![CDATA[       Foi publicado na&nbsp;Revista Brasileira de Preserva&ccedil;&atilde;o Digital (REBPred), peri&oacute;dico mantido pela UNICAMP e pelo IBICT, um artigo que aprofunda discuss&otilde;es sobre os desafios contempor&acirc;neos da preserva&ccedil;&atilde;o do&nbsp;documento fotogr&aacute;fico digital. A revista vem se consolidando como um dos principais espa&ccedil;os acad&ecirc;micos de debate sobre mem&oacute;ria e preserva&ccedil;&atilde;o digital no Brasil&#8203;      O trabalho discute que [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.lucasmt.com/uploads/2/1/5/6/21565308/1752301665629_orig.jpg" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">Foi publicado na&nbsp;<strong>Revista Brasileira de Preserva&ccedil;&atilde;o Digital (REBPred)</strong>, peri&oacute;dico mantido pela UNICAMP e pelo IBICT, um artigo que aprofunda discuss&otilde;es sobre os desafios contempor&acirc;neos da preserva&ccedil;&atilde;o do&nbsp;<strong>documento fotogr&aacute;fico digital</strong>. A revista vem se consolidando como um dos principais espa&ccedil;os acad&ecirc;micos de debate sobre mem&oacute;ria e preserva&ccedil;&atilde;o digital no Brasil<br />&#8203;<br /></div>  <div>  <!--BLOG_SUMMARY_END--></div>  <div class="paragraph"><span>O trabalho discute quest&otilde;es centrais para a compreens&atilde;o e gest&atilde;o das imagens digitais, cada vez mais presentes no cotidiano social e institucional:</span><ul><li>Quais estrat&eacute;gias podem assegurar a <strong>autenticidade e integridade</strong> das fotografias digitais ao longo do tempo?</li><li>Como descrever, contextualizar e preservar imagens que circulam em diferentes suportes e sistemas?</li><li>De que forma conciliar as dimens&otilde;es t&eacute;cnicas e culturais envolvidas no ciclo de vida desses documentos?</li></ul> A pesquisa foi desenvolvida em parceria com:<br /><br /><span>&#128216;&nbsp;</span><strong>Lucas Tavares</strong><span>, Doutorando em Comunica&ccedil;&atilde;o e mestre pelo Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Gest&atilde;o de Documentos e Arquivos (</span><strong>PPGArq</strong><span>) da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (</span><strong>UNIRIO</strong><span>);</span><br /><br />&#128216; <strong>Anna Carla Mariz</strong>, Doutora em Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o e professora do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Gest&atilde;o de Documentos e Arquivos (<strong>PPGArq</strong>) da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (<strong>UNIRIO</strong>);<br /><br />&#128216; <strong>Marcelo Nogueira de Siqueira</strong>, servidor do <strong>Arquivo Nacional</strong> e professor da Escola de Arquivologia da UNIRIO.<br /><br />O artigo prop&otilde;e uma reflex&atilde;o abrangente sobre a preserva&ccedil;&atilde;o digital de fotografias, abordando tanto aspectos t&eacute;cnicos, como formatos e metadados, quanto quest&otilde;es de valor hist&oacute;rico, cultural e probat&oacute;rio.<br /><br />O texto completo pode ser acessado online no site da revista:<br /><br />&#128073; <a href="https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/rebpred/article/view/20300/14841" target="_new">Leia o artigo aqui</a><br /><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[TRAC - Trustworthy Repositories Audit & Certification: Criteria and Checklist - Auditoria e Certificação de Repositórios Confiáveis: Critérios e Checklist]]></title><link><![CDATA[https://www.lucasmt.com/arquivistica/trac-trustworthy-repositories]]></link><comments><![CDATA[https://www.lucasmt.com/arquivistica/trac-trustworthy-repositories#comments]]></comments><pubDate>Fri, 06 Dec 2024 02:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Arquivologia]]></category><category><![CDATA[Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o]]></category><category><![CDATA[Preserva&ccedil;&atilde;o Digital]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.lucasmt.com/arquivistica/trac-trustworthy-repositories</guid><description><![CDATA[A preserva&ccedil;&atilde;o digital requer a exist&ecirc;ncia de organiza&ccedil;&otilde;es confi&aacute;veis, capazes de armazenar, migrar e fornecer acesso a cole&ccedil;&otilde;es digitais. O documento "Trustworthy Repositories Audit &amp; Certification: Criteria and Checklist" (TRAC) estabelece crit&eacute;rios para auditoria e certifica&ccedil;&atilde;o de reposit&oacute;rios digitais confi&aacute;veis, garantindo a preserva&ccedil;&atilde;o a longo prazo. Desenvolvido pela Research Librari [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph"><span>A preserva&ccedil;&atilde;o digital requer a exist&ecirc;ncia de organiza&ccedil;&otilde;es confi&aacute;veis, capazes de armazenar, migrar e fornecer acesso a cole&ccedil;&otilde;es digitais. O documento "Trustworthy Repositories Audit &amp; Certification: Criteria and Checklist" (TRAC) estabelece crit&eacute;rios para auditoria e certifica&ccedil;&atilde;o de reposit&oacute;rios digitais confi&aacute;veis, garantindo a preserva&ccedil;&atilde;o a longo prazo. Desenvolvido pela Research Libraries Group (RLG) e pela National Archives and Records Administration (NARA), o TRAC baseia-se no modelo OAIS (Open Archival Information System, ISO 14721), fornecendo um conjunto de diretrizes aplic&aacute;veis a uma variedade de reposit&oacute;rios, desde arquivos institucionais at&eacute; servi&ccedil;os terceirizados de preserva&ccedil;&atilde;o digital (TRAC, 2007, p. 1).</span><br />&#8203;</div>  <div>  <!--BLOG_SUMMARY_END--></div>  <div class="paragraph"><br />Os crit&eacute;rios de certifica&ccedil;&atilde;o do TRAC s&atilde;o organizados em tr&ecirc;s grandes categorias. A primeira, infraestrutura organizacional, abrange governan&ccedil;a, sustentabilidade financeira e pol&iacute;ticas institucionais. O reposit&oacute;rio deve ter uma "mission statement that reflects a commitment to the long-term retention of, management of, and access to digital information" (TRAC, 2007, p. 10), al&eacute;m de um plano de sucess&atilde;o para garantir a continuidade das opera&ccedil;&otilde;es. Al&eacute;m disso, deve dispor de uma equipe qualificada e de estrat&eacute;gias para desenvolvimento profissional (TRAC, 2007, p. 11). A governan&ccedil;a inclui a defini&ccedil;&atilde;o da comunidade designada (Designated Community) e a formaliza&ccedil;&atilde;o de contratos que estabele&ccedil;am direitos e responsabilidades na preserva&ccedil;&atilde;o dos objetos digitais (TRAC, 2007, p. 18).<br /><br />A segunda categoria refere-se &agrave; gest&atilde;o de objetos digitais, abordando desde a ingest&atilde;o at&eacute; a dissemina&ccedil;&atilde;o. O reposit&oacute;rio deve garantir que os objetos s&atilde;o "authentic, reliable, and usable" (TRAC, 2007, p. 21) e assegurar a verifica&ccedil;&atilde;o da integridade dos pacotes arquiv&iacute;sticos (Archival Information Packages - AIPs). Deve ainda adotar estrat&eacute;gias eficazes para a preserva&ccedil;&atilde;o, garantindo a migra&ccedil;&atilde;o e acessibilidade a longo prazo (TRAC, 2007, p. 33).<br /><br />A terceira categoria trata das tecnologias e seguran&ccedil;a do reposit&oacute;rio. A infraestrutura t&eacute;cnica deve seguir padr&otilde;es reconhecidos, como "OAIS Reference Model (ISO 14721) and the subsequent ISO 16363" (TRAC, 2007, p. 48), garantindo robustez e compatibilidade com pr&aacute;ticas internacionais. Al&eacute;m disso, deve contar com medidas de seguran&ccedil;a contra falhas t&eacute;cnicas e amea&ccedil;as cibern&eacute;ticas (TRAC, 2007, p. 49).<br /><br />O processo de certifica&ccedil;&atilde;o do TRAC envolve uma autoavalia&ccedil;&atilde;o inicial, auditoria externa e certifica&ccedil;&atilde;o formal, v&aacute;lida por quatro anos, com revis&otilde;es peri&oacute;dicas entre 18 e 24 meses (TRAC, 2007, p. 5). O impacto do TRAC &eacute; significativo, influenciando a ado&ccedil;&atilde;o do ISO 16363 e modelos de certifica&ccedil;&atilde;o em diversos pa&iacute;ses, como o nestorSEAL na Alemanha e o Data Seal of Approval (DSA) na Holanda (TRAC, 2007, p. 77).<br /><br />Dessa forma, o TRAC estabelece um modelo essencial para garantir que reposit&oacute;rios digitais cumpram sua fun&ccedil;&atilde;o de preservar informa&ccedil;&otilde;es a longo prazo, assegurando autenticidade, integridade e acessibilidade.<br /><br />O documento "Trustworthy Repositories Audit &amp; Certification (TRAC): Criteria and Checklist" descreve m&eacute;tricas para avaliar reposit&oacute;rios digitais em conformidade com o modelo OAIS (Open Archival Information System). Desenvolvido por uma for&ccedil;a-tarefa conjunta da OCLC/RLG e NARA, o TRAC foi publicado em 2007 e posteriormente substitu&iacute;do pelo ISO 16363 em 2012. &#8203;<br /><br /><ul><li><strong>Hist&oacute;rico:</strong><ul><li>Em 1996, o Comit&ecirc; Consultivo para Sistemas de Dados Espaciais (CCSDS) desenvolveu o modelo OAIS, aceito como ISO 14721 em 2002.&#8203;</li><li>A necessidade de m&eacute;todos de auditoria independentes para certificar a conformidade com o OAIS levou ao desenvolvimento do TRAC em 2003.&#8203;</li><li>O TRAC serviu como base para o ISO 16363, adotado em 2012.&#8203;</li></ul><br /></li><li><strong>Processo de Auditoria:</strong><ul><li>As m&eacute;tricas do TRAC s&atilde;o divididas em tr&ecirc;s grupos:&#8203;<ul><li><strong>Infraestrutura Organizacional:</strong> fun&ccedil;&otilde;es administrativas, de pessoal, financeiras e legais do reposit&oacute;rio.</li><li><strong>Gest&atilde;o de Objetos Digitais:</strong> manejo de objetos digitais desde a ingest&atilde;o at&eacute; o acesso.</li><li><strong>Tecnologia, Infraestrutura T&eacute;cnica e Seguran&ccedil;a:</strong> tecnologia usada para gerenciar objetos ingeridos.</li></ul></li><li>O reposit&oacute;rio completa uma lista de verifica&ccedil;&atilde;o TRAC, fornecendo evid&ecirc;ncias de conformidade com cada m&eacute;trica.&#8203;</li><li>Auditores examinam essa autoavalia&ccedil;&atilde;o e realizam uma visita in loco para discutir preocupa&ccedil;&otilde;es e avaliar a conformidade.&#8203;</li><li>A certifica&ccedil;&atilde;o &eacute; v&aacute;lida por quatro anos, com consultas intermedi&aacute;rias entre 18 e 24 meses.&#8203;</li></ul></li></ul> &nbsp;<ul><li><strong>Alternativas ao TRAC:</strong><ul><li>Outros sistemas de certifica&ccedil;&atilde;o incluem:&#8203;<ul><li><strong>Data Seal of Approval (DSA):</strong> Holanda.</li><li><strong>nestorSEAL:</strong> Alemanha.</li><li><strong>ISO 16363:</strong> sucessor do TRAC.</li></ul></li><li>Modelos alternativos de avalia&ccedil;&atilde;o incluem:&#8203;<ul><li><strong>DRAMBORA:</strong> Digital Preservation Europe (DPE).</li><li><strong>DPCMM:</strong> Modelo de Maturidade de Capacidade de Preserva&ccedil;&atilde;o Digital.</li><li><strong>Levels of Preservation:</strong> Alian&ccedil;a Nacional de Administra&ccedil;&atilde;o Digital (NDSA).</li><li><strong>Scoremodel:</strong> ferramenta de autoavalia&ccedil;&atilde;o.</li></ul></li></ul></li></ul> &nbsp;<ul><li><strong>Implementa&ccedil;&atilde;o e Impacto:</strong><ul><li>O TRAC influenciou pr&aacute;ticas de autoavalia&ccedil;&atilde;o em institui&ccedil;&otilde;es como a Universidade do Norte do Texas e a Universidade Cornell.&#8203;</li><li>O ISO 16363, sucessor do TRAC, serve como base para servi&ccedil;os de auditoria, como os fornecidos pela PTAB.</li><li>O primeiro reposit&oacute;rio certificado pela PTAB foi o Centro Nacional Indira Gandhi para as Artes, em janeiro de 2018.&#8203;</li></ul></li></ul><br /><strong><font size="4">1. Introdu&ccedil;&atilde;o</font></strong><ul><li>O <strong>Trustworthy Repositories Audit &amp; Certification: Criteria and Checklist (TRAC)</strong> foi criado para estabelecer um conjunto de crit&eacute;rios para auditoria e certifica&ccedil;&atilde;o de reposit&oacute;rios digitais confi&aacute;veis.</li><li>Desenvolvido em 2003 por uma for&ccedil;a-tarefa conjunta da <strong>Research Libraries Group (RLG)</strong> e da <strong>National Archives and Records Administration (NARA)</strong>.</li><li>O objetivo principal do TRAC &eacute; identificar reposit&oacute;rios digitais capazes de:<ul><li>Armazenar e preservar conte&uacute;dos digitais a longo prazo.</li><li>Migrar formatos e tecnologias conforme necess&aacute;rio.</li><li>Fornecer acesso confi&aacute;vel a cole&ccedil;&otilde;es digitais para seus usu&aacute;rios designados (<strong>Designated Community</strong>).</li></ul></li><li>O TRAC &eacute; baseado nos princ&iacute;pios do <strong>Open Archival Information System (OAIS)</strong>, padronizado como <strong>ISO 14721:2002</strong>.</li><li>Em 2012, o TRAC foi sucedido pelo <strong>ISO 16363</strong>, um padr&atilde;o internacional para a certifica&ccedil;&atilde;o de reposit&oacute;rios digitais confi&aacute;veis.</li></ul><br /><strong><font size="4">2. Processo de Auditoria e Certifica&ccedil;&atilde;o</font></strong><ul><li>A certifica&ccedil;&atilde;o TRAC avalia a <strong>infraestrutura organizacional, a gest&atilde;o de objetos digitais e a tecnologia empregada na preserva&ccedil;&atilde;o digital</strong>.</li><li>O processo de auditoria segue as seguintes etapas:<ol><li><strong>Autoavalia&ccedil;&atilde;o do reposit&oacute;rio:</strong> A organiza&ccedil;&atilde;o preenche a lista de verifica&ccedil;&atilde;o do TRAC, fornecendo evid&ecirc;ncias para cada crit&eacute;rio.</li><li><strong>Avalia&ccedil;&atilde;o externa:</strong> Especialistas examinam as respostas e realizam auditorias presenciais.</li><li><strong>Certifica&ccedil;&atilde;o formal:</strong> Caso aprovado, o reposit&oacute;rio recebe a certifica&ccedil;&atilde;o, v&aacute;lida por quatro anos.</li><li><strong>Monitoramento cont&iacute;nuo:</strong> Revis&otilde;es intermedi&aacute;rias entre 18 e 24 meses para manter a conformidade.</li></ol></li></ul><br /><strong><font size="4">3. Crit&eacute;rios de Auditoria e Certifica&ccedil;&atilde;o</font></strong><br />Os crit&eacute;rios do TRAC est&atilde;o divididos em tr&ecirc;s categorias principais:<br /><br /><strong><font size="4">A. Infraestrutura Organizacional</font></strong><br />Crit&eacute;rios relacionados &agrave; governan&ccedil;a, estrutura, pol&iacute;ticas e sustentabilidade financeira.<br /><br /><strong>A1. Governan&ccedil;a e Viabilidade Organizacional</strong><ul><li><strong>A1.1</strong> O reposit&oacute;rio deve ter uma <strong>miss&atilde;o formal</strong> que reflita seu compromisso com a preserva&ccedil;&atilde;o digital a longo prazo.</li><li><strong>A1.2</strong> Deve haver um <strong>plano de sucess&atilde;o</strong> ou <strong>acordos de conting&ecirc;ncia</strong> para garantir a continuidade das opera&ccedil;&otilde;es caso o reposit&oacute;rio seja desativado ou passe por mudan&ccedil;as organizacionais.</li></ul> <strong>A2. Estrutura Organizacional e Recursos Humanos</strong><ul><li><strong>A2.1</strong> O reposit&oacute;rio deve ter um <strong>quadro de funcion&aacute;rios qualificados</strong>, com descri&ccedil;&atilde;o de fun&ccedil;&otilde;es e desenvolvimento profissional cont&iacute;nuo.</li><li><strong>A2.2</strong> Deve manter um <strong>n&uacute;mero adequado de funcion&aacute;rios</strong> para cumprir suas fun&ccedil;&otilde;es essenciais.</li><li><strong>A2.3</strong> Precisa oferecer <strong>treinamento e capacita&ccedil;&atilde;o profissional</strong> para garantir que os funcion&aacute;rios acompanhem as mudan&ccedil;as tecnol&oacute;gicas.</li></ul> <strong>A3. Responsabilidade Processual e Pol&iacute;tica</strong><ul><li><strong>A3.1</strong> O reposit&oacute;rio deve definir claramente sua <strong>Designated Community (Comunidade Designada)</strong> e estabelecer pol&iacute;ticas de acessibilidade a longo prazo.</li><li><strong>A3.2</strong> Deve haver <strong>pol&iacute;ticas documentadas</strong> que regulam ingest&atilde;o, armazenamento, preserva&ccedil;&atilde;o, acesso e seguran&ccedil;a dos dados.</li><li><strong>A3.3</strong> Deve garantir <strong>direitos legais e permiss&otilde;es</strong> para modificar e preservar digitalmente os objetos arquivados.</li><li><strong>A3.4</strong> Compromisso com <strong>avalia&ccedil;&otilde;es peri&oacute;dicas</strong> para manter conformidade com as melhores pr&aacute;ticas e padr&otilde;es emergentes.</li></ul> <strong>A4. Sustentabilidade Financeira</strong><ul><li><strong>A4.1</strong> Deve haver um <strong>planejamento financeiro s&oacute;lido</strong>, incluindo fontes de financiamento e gest&atilde;o de riscos.</li><li><strong>A4.2</strong> O planejamento financeiro deve ser <strong>revisado anualmente</strong>.</li><li><strong>A4.3</strong> O reposit&oacute;rio deve ser <strong>transparente</strong> em suas pr&aacute;ticas cont&aacute;beis, seguindo padr&otilde;es como <strong>ISO 9000</strong>.</li><li><strong>A4.4</strong> Deve realizar <strong>an&aacute;lises de riscos e investimentos</strong>.</li><li><strong>A4.5</strong> Precisa monitorar e mitigar <strong>lacunas de financiamento</strong>.</li></ul> <strong>A5. Contratos, Licen&ccedil;as e Responsabilidades Legais</strong><ul><li><strong>A5.1</strong> O reposit&oacute;rio deve formalizar <strong>acordos de dep&oacute;sito</strong> com produtores de conte&uacute;do.</li><li><strong>A5.2</strong> Os contratos devem especificar <strong>direitos de preserva&ccedil;&atilde;o</strong> para garantir a&ccedil;&otilde;es futuras de migra&ccedil;&atilde;o e acessibilidade.</li><li><strong>A5.3</strong> Os acordos devem cobrir <strong>aspectos de aquisi&ccedil;&atilde;o, manuten&ccedil;&atilde;o, acesso e retirada de conte&uacute;do</strong>.</li><li><strong>A5.4</strong> Deve existir um sistema para <strong>gerenciamento de propriedade intelectual</strong> dos objetos digitais preservados.</li><li><strong>A5.5</strong> O reposit&oacute;rio deve ter pol&iacute;ticas para lidar com conte&uacute;dos com <strong>direitos n&atilde;o esclarecidos</strong>.</li></ul><br /><strong><font size="3">B. Gest&atilde;o de Objetos Digitais</font></strong><br />Crit&eacute;rios relacionados ao ciclo de vida dos objetos digitais, desde a ingest&atilde;o at&eacute; a dissemina&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><strong>B1. Ingest&atilde;o de Conte&uacute;do</strong><ul><li><strong>B1.1</strong> O reposit&oacute;rio deve definir <strong>propriedades a serem preservadas</strong> nos objetos digitais.</li><li><strong>B1.2</strong> Deve especificar <strong>metadados necess&aacute;rios</strong> no momento da submiss&atilde;o (<strong>Submission Information Package - SIP</strong>).</li><li><strong>B1.3</strong> Implementar mecanismos para <strong>autentica&ccedil;&atilde;o da origem</strong> dos conte&uacute;dos depositados.</li><li><strong>B1.4</strong> Verificar <strong>integridade e completude</strong> dos SIPs antes da ingest&atilde;o final.</li><li><strong>B1.5</strong> Assegurar que possui <strong>controle f&iacute;sico sobre os objetos digitais</strong> preservados.</li><li><strong>B1.6</strong> Fornecer <strong>relat&oacute;rios de status aos depositantes</strong> durante o processo de ingest&atilde;o.</li><li><strong>B1.7</strong> Definir formalmente quando a responsabilidade da preserva&ccedil;&atilde;o &eacute; <strong>transferida para o reposit&oacute;rio</strong>.</li><li><strong>B1.8</strong> Manter <strong>registros administrativos</strong> sobre a ingest&atilde;o.</li></ul> <strong>B2. Cria&ccedil;&atilde;o dos Pacotes Arquiv&iacute;sticos (Archival Information Package - AIP)</strong><ul><li><strong>B2.1</strong> Os objetos digitais devem ser armazenados em um <strong>formato de preserva&ccedil;&atilde;o adequado</strong>.</li><li><strong>B2.2</strong> Devem ser aplicadas t&eacute;cnicas para <strong>verifica&ccedil;&atilde;o de integridade cont&iacute;nua</strong>.</li></ul> <strong>B3. Planejamento da Preserva&ccedil;&atilde;o</strong><ul><li><strong>B3.1</strong> O reposit&oacute;rio deve desenvolver e documentar estrat&eacute;gias de <strong>preserva&ccedil;&atilde;o digital</strong>.</li></ul> <strong>B4. Armazenamento e Manuten&ccedil;&atilde;o dos AIPs</strong><ul><li><strong>B4.1</strong> Implementar <strong>estrat&eacute;gias para recupera&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o dos objetos</strong>.</li><li><strong>B4.2</strong> Monitorar riscos de <strong>obsolesc&ecirc;ncia tecnol&oacute;gica</strong>.</li></ul> <strong>B5. Gest&atilde;o da Informa&ccedil;&atilde;o</strong><ul><li><strong>B5.1</strong> Implementar <strong>sistemas de metadados</strong> para gerenciar e localizar objetos digitais.</li></ul> <strong>B6. Gest&atilde;o de Acesso</strong><ul><li><strong>B6.1</strong> Definir pol&iacute;ticas de <strong>dissemina&ccedil;&atilde;o e restri&ccedil;&atilde;o de acesso</strong>.</li></ul><br /><strong><font size="4">C. Tecnologias, Infraestrutura T&eacute;cnica e Seguran&ccedil;a</font></strong><br />Crit&eacute;rios relacionados &agrave;s tecnologias utilizadas para garantir a preserva&ccedil;&atilde;o digital.<br />&#8203;<br /><strong>C1. Infraestrutura T&eacute;cnica</strong><ul><li><strong>C1.1</strong> O reposit&oacute;rio deve possuir uma <strong>infraestrutura t&eacute;cnica robusta</strong>.</li></ul> <strong>C2. Tecnologias Apropriadas</strong><ul><li><strong>C2.1</strong> As tecnologias adotadas devem seguir <strong>padr&otilde;es reconhecidos</strong>, como <strong>ISO 14721 (OAIS)</strong>.</li></ul> <strong>C3. Seguran&ccedil;a</strong><ul><li><strong>C3.1</strong> O reposit&oacute;rio deve implementar <strong>pol&iacute;ticas de seguran&ccedil;a cibern&eacute;tica e f&iacute;sica</strong>.</li></ul><br /><strong><font size="4">4. Impacto e Futuro do TRAC</font></strong><ul><li>O TRAC influenciou o desenvolvimento do <strong>ISO 16363</strong>, que expandiu seus crit&eacute;rios e formalizou a certifica&ccedil;&atilde;o internacional de reposit&oacute;rios digitais confi&aacute;veis.</li><li>Pa&iacute;ses como Alemanha e Reino Unido adotaram sistemas de certifica&ccedil;&atilde;o baseados no TRAC, incluindo o <strong>nestorSEAL</strong> e o <strong>Data Seal of Approval (DSA)</strong>.</li><li>A certifica&ccedil;&atilde;o de reposit&oacute;rios digitais continua a evoluir para atender &agrave;s mudan&ccedil;as nas tecnologias e nas pr&aacute;ticas de preserva&ccedil;&atilde;o digital.</li></ul></div>  <div><div style="height: 20px; overflow: hidden; width: 100%;"></div> <hr class="styled-hr" style="width:100%;"></hr> <div style="height: 20px; overflow: hidden; width: 100%;"></div></div>  <div><div style="margin: 10px 0 0 -10px"> <a title="Descarregar ficheiro: Trustworthy Repositories Audit & Certification" href="https://www.lucasmt.com/uploads/2/1/5/6/21565308/trac_0.pdf"><img src="//www.weebly.com/weebly/images/file_icons/pdf.png" width="36" height="36" style="float: left; position: relative; left: 0px; top: 0px; margin: 0 15px 15px 0; border: 0;" /></a><div style="float: left; text-align: left; position: relative;"><table style="font-size: 12px; font-family: tahoma; line-height: .9;"><tr><td colspan="2"><b> Trustworthy Repositories Audit & Certification</b></td></tr><tr style="display: none;"><td>File Size:  </td><td>938 kb</td></tr><tr style="display: none;"><td>File Type:  </td><td> pdf</td></tr></table><a title="Descarregar ficheiro: Trustworthy Repositories Audit & Certification" href="https://www.lucasmt.com/uploads/2/1/5/6/21565308/trac_0.pdf" style="font-weight: bold;">Descarregar ficheiro</a></div> </div>  <hr style="clear: both; width: 100%; visibility: hidden"></hr></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>